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MACRO VISÃO SEMANAL 25/03/2024 A 28/03/2024




Você está recebendo o Macro Visão Semanal. Veja os destaques:

  • Dados da economia brasileira e internacional na semana de 25/03 a 28/03

  • Síntese da semana

  • Agenda econômica para a próxima semana: de 01/04 a 05/04

Dados da Economia Brasileira na semana: 25/03 a 28/03 

  • Expectativas do mercado (Relatório Focus/Banco Central): a mediana das expectativas do mercado, divulgada pelo relatório Focus do Banco Central referente a 22 de março, indica que o IPCA de 2024 deverá encerrar em 3,75%. Em relação ao PIB, a expectativa de crescimento oscilou para 1,85%. No que se refere à taxa de câmbio, a expectativa do mercado é de R$/US$ 4,95 ao final do ano. Por fim, a mediana das perspectivas quanto à taxa Selic permaneceu em 9,00% a.a.

  • Sondagem Industrial do Estado de São Paulo (FIESP/CNI): na percepção dos empresários industriais paulistas o volume produzido registrou queda em fevereiro de 2024, ao registrar 45,8 pontos. Por permanecer abaixo dos 50,0 pontos, foi observado o indicativo de pessimismo. Confira a nota completa aqui.

  • Índice de Confiança da Construção (Ibre/FGV): o Índice de Confiança da Construção diminuiu 1,0 ponto em março na comparação com o mês anterior, encerrando em 96,6 pontos, na série sem influência sazonal. Com este resultado, manteve-se a sinalização de pessimismo do setor no mês. O indicador de Situação Atual encerrou o mês de março aos 94,1 pontos, queda de 1,4 ponto em relação ao mês anterior. O indicador de Expectativas, por sua vez, caiu 0,3 ponto, encerrando março em 99,4 pontos. Valores acima de 100,0 pontos indicam otimismo e abaixo, pessimismo.

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IBGE): o IPCA-15 registrou aumento de 0,36% no mês de março, após alta de 0,78% em fevereiro. Este resultado veio acima da expectativa do mercado, que apontava alta de 0,31%. Os preços livres apresentaram aumento de 0,24%, enquanto os preços administrados registraram alta de 0,70%. No acumulado em 12 meses encerrados em fevereiro de 2024, a variação do IPCA-15 foi de 4,14%, o que indica desaceleração do indicador em relação ao mês de fevereiro (+4,49%).

  • Índice de Confiança da Indústria (Ibre/FGV): o Índice de Confiança da Indústria encerrou o mês de março em 96,5 pontos, redução de 0,9 ponto em relação ao registrado no mês anterior, considerando dados sem influência sazonal. O componente de Situação Atual encerrou em 96,6 pontos, queda de 1,4 ponto em relação ao mês de fevereiro, considerando dados dessazonalizados. Já o Índice de Expectativas registrou redução de 0,4 ponto em março ao encerrar o mês em 96,4 pontos. Valores abaixo de 100,0 pontos indicam pessimismo e acima, otimismo. O NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada), por sua vez, aumentou 1,7 p.p., registrando 97,3% no mês na série sem efeitos sazonais.

  • Balança Comercial Semanal (Secex): o saldo médio diário da balança comercial foi de US$ 467,4 milhões em março de 2023 para US$ 346,7 milhões em média diária até a quarta semana de março de 2024. O saldo acumulado até a quarta semana de março de 2024 é de US$ 5,5 bilhões. No ano, a balança comercial registra superávit de US$ 17,5 bilhões (jan-mar/24).

  • Índice Geral de Preços - Mercado (Ibre/FGV): o IGP-M diminuiu 0,47% em março, abaixo da expectativa do mercado (-0,40%). No mês anterior o índice havia registrado queda de 0,52%. Quando analisados os componentes do IGP-M, o IPA-M (Índice de Preços ao Produtor Amplo - Mercado) registrou queda de 0,77% em março. O IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor - Mercado), por sua vez, avançou 0,29% no período. Por fim, o INCC-M (Índice Nacional da Construção Civil - Mercado) subiu 0,24% na leitura atual. No acumulado em 12 meses, o IGP-M apresenta deflação de 4,26%. O componente com a maior alta nesta métrica é o INCC-M, com avanço de 3,29%, seguido pelo IPC-M, com alta de 3,14%. Por outro lado, o componente IPA-M registra queda de 7,05% na mesma métrica.

  • Índice de Confiança de Serviços (Ibre/FGV): o Índice de Confiança de Serviços registrou alta de 1,6 ponto na passagem mensal para março, encerrando o mês em 95,8 pontos. Com este resultado, o índice continua indicando pessimismo. O aumento no Índice de Confiança em março foi influenciado pelo componente de Expectativas, que aumentou 3,9 pontos, fechando o mês em 96,0 pontos. Já o componente de Situação Atual diminuiu 0,5 ponto na passagem mensal, encerrando aos 95,9 pontos. Os dados são livres do efeito sazonal. Valores abaixo de 100,0 pontos indicam pessimismo e acima, otimismo.

  • Índice de Confiança do Comércio (Ibre/FGV): o Índice de Confiança do Comércio registrou 90,4 pontos em março, alta de 0,9 ponto em relação ao mês anterior, dados com ajuste sazonal. Com este resultado, o índice continua sinalizando pessimismo do setor. O resultado de março foi puxado pelo componente de Expectativas, que aumentou 2,0 pontos, encerrando o mês em 88,3 pontos. O componente de Situação Atual, por sua vez, diminuiu 0,3 ponto na passagem mensal, fechando o mês em 93,0 pontos. Os dados são livres do efeito sazonal. Resultados superiores a 100,0 pontos indicam otimismo e abaixo, pessimismo.

  • Levantamento de Conjuntura (FIESP/CIESP): as vendas reais da indústria do estado de São Paulo registraram crescimento ao variar 1,7% sobre o mês anterior. Os salários reais médios aumentaram 2,0% no mês. Por sua vez, as horas trabalhadas na produção retraíram 0,9% na leitura atual. Já o NUCI, aos 78,6%, registrou queda de 0,3 p.p. quando comparado com o mês anterior (78,9%). Todos os dados contam com ajuste sazonal. Confira a nota completa aqui.

  • Taxa de desemprego (PNAD Contínua/IBGE): segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) referente ao trimestre móvel finalizado em fevereiro, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 7,8%, em linha com a expectativa do mercado. Este resultado corresponde a um contingente de aproximadamente 8,5 milhões de desempregados. A pesquisa registrou aumento de 1,3% na quantidade de pessoas na força de trabalho na comparação entre o trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e o mesmo período de 2023. Entre as pessoas ocupadas, houve alta de 2,2% na mesma base de comparação. Já a massa de rendimento, segundo a pesquisa, cresceu 6,7% no trimestre encerrado em fevereiro de 2024 na comparação com o mesmo período do ano anterior.

  • Nível de emprego no Brasil (CAGED): o Brasil registrou saldo positivo de 306.111 vagas de emprego formal no mês de fevereiro. A Indústria Geral apresentou resultado positivo de 54.448 vagas de emprego no mês. A Indústria de Transformação, por sua vez, apresentou criação de 51.870 vagas entre contratações e demissões, com destaque positivo para os seguintes setores: Alimentos (+6.039), Fumo (+5.984) e Produtos de Metal (+4.422).

  • Nível de emprego em São Paulo (CAGED): o estado de São Paulo apresentou saldo líquido positivo de 101.163 vagas no mês de fevereiro. Neste mês, a Indústria Geral paulista registrou resultado positivo de 17.427 vagas de trabalho formal e a Indústria de Transformação paulista foi responsável pela criação de 16.448 vagas entre contratações e demissões, com destaque positivo para os seguintes setores: Alimentos (+3.232), Veículos (+1.571) e Produtos de Metal (+1.492).

Síntese da semana: 

A semana foi marcada pela divulgação de indicadores de confiança e de dados do mercado de trabalho.Em fevereiro, o CAGED registrou a criação de 306 mil vagas de emprego com carteira assinada no Brasil, resultado que veio novamente acima da expectativa do mercado, que era de 245 mil novas vagas. Segundo a PNAD, a taxa de desemprego encerrou fevereiro em 7,8%, em linha com as expectativas. Os resultados recentes reforçam a continuidade do mercado de trabalho aquecido. De acordo com a FGV, a indústria de transformação apresentou queda da confiança em março, após estabilidade registrada no mês anterior. Já os setores de comércio e serviços apresentaram melhora da confiança no mesmo período. 

Agenda Econômica para a próxima semana: 01/04 a 05/04 

01/04/2024 (Segunda-feira):

  • S&P Global divulga o PMI Indústria do Brasil e dos Estados Unidos.

02/04/2024 (Terça-feira):

  • Banco Central divulga o Relatório Focus.

  • Fenabrave divulga as Vendas de Veículos.

  • S&P Global divulga o PMI Indústria da Alemanha e da Zona do Euro.

03/04/2024 (Quarta-feira):

  • IBGE divulga a Pesquisa Industrial Mensal (PIM).

  • S&P Global divulga o PMI Composto e o PMI Serviços do Brasil e dos Estados Unidos.

04/04/2024 (Quinta-feira):

  • Anfavea divulga a Produção Total de Veículos.

  • Secex divulga a Balança Comercial Mensal.

  • S&P Global divulga o PMI Composto e o PMI Serviços da Alemanha e da Zona do Euro.

05/04/2024 (Sexta-feira):

  • FGV divulga o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI).


Fonte: FIESP

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