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MACRO VISÃO






  • CNI: Produção da indústria nacional se mantém estável no mês de outubro

  • Secex: Exportações caem 8,1% e importações sobem 19,2% em média por dia até a terceira semana do mês de novembro em relação ao mesmo período de outubro

  • Serasa: Atividade de Comércio tem aumento moderado de 0,03% em outubro nos dados com ajuste sazonal

  • Serasa: Demanda de crédito sobe 14,60% em outubro em relação a setembro

  • Ministério do Trabalho: Requisições do seguro-desemprego no Brasil têm queda de 0,6% em outubro

  • FIESP/CIESP: Para pagamento do 13° salário, 84,7% das indústrias paulistas não pretendem buscar financiamento bancário




  • Zona do Euro: PMI Composto tem crescimento de 1,6 pontos e permanece indicando expansão em novembro

  • Alemanha: PMI composto tem crescimento de 0,8 ponto em novembro, permanecendo em expansão da atividade

  • Estados Unidos: PMI dos EUA reduz 1,1 pontos, mas permanece em crescimento pelo 17º mês consecutivo





CNI: Produção da indústria nacional se mantém estável no mês de outubro


Produção da indústria nacional encerrou o mês de outubro aos 50,1 pontos, leve aumento de 0,1 ponto em relação ao mês anterior (50,0 pontos em setembro). Desta forma, a produção da indústria nacional tem estabilidade por dois meses consecutivos por estar próximo aos 50,0 pontos.


Na comparação com o mesmo período de 2020, o indicador demonstra redução do ritmo de produção em 8,2 pontos (58,3 pontos em outubro de 2020).




O nível de estoque encerrou o mês de outubro aos 45,5 pontos. Com leve aumento de 0,8 ponto em relação ao mês anterior.


O estoque efetivo/planejado apresentou aumentou moderadamente em 0,9 ponto em relação ao mês anterior e encerrou em 50,0 pontos (outubro), indicando que os estoques estão dentro do planejado.


O nível de emprego encerrou o mês em 50,4 pontos, recuo de 1,7 pontos entre os meses (52,1 pontos em setembro) e há a indicação de admissões no setor, entretanto, o nível será menor que em setembro.


O NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) teve queda de 1 ponto em relação ao mês anterior ao finalizar o mês em 71,0% (72,0% em setembro).


Secex: Exportações caem 8,1% e importações sobem 19,2% em média por dia até a terceira semana do mês de novembro em relação ao mesmo período de outubro


Conforme divulgado pela Secex, a média diária das exportações do país acumuladas até a terceira semana de novembro passou de US$1.238,93 milhões em outubro para US$1.138,22 milhões no mês atual, queda de 8,1% entre os meses.


No mesmo período, as importações tiveram uma variação positiva de 19,2% na comparação da média por dia em relação ao mesmo período de outubro, sendo o valor médio por dia naquele mês de US$1.029,11 milhões e em novembro de US$1.226,55 milhões.



No acumulado total até a terceira semana deste mês, as exportações cresceram 10,2% em relação ao mesmo período do mês outubro, sendo US$13.658,61 milhões no mês de novembro e US$12.389,25 milhões em outubro.


Já as importações acumuladas em novembro avançaram 43,0% em relação ao mês anterior, considerados as três primeiras semanas de ambos os períodos (de US$10.291,06 milhões para US$14.718,58 milhões em novembro).


Em outubro, os valores acumulados até a terceira semana consideravam 10 dias úteis, já em novembro foram considerados 12 dias úteis.




O saldo médio diário da balança comercial até a terceira semana foi de US$209,82 milhões em outubro recuando para -US$88,33 milhões em média no mesmo período de novembro. Resultado influenciado pelo aumento diário médio das importações (8,1%) e a queda nas exportações (-19,2%).


O saldo no período é de -US$1.059,97 milhões, queda de 150,5% em relação ao mês anterior (US$2.098,19 milhões). Da mesma forma que os dados das exportações e importações, a apuração até a terceira semana de outubro contou com dez dias úteis, enquanto a de novembro, doze dias úteis.




*Acumulados até a terceira semana do mês.


Serasa: Atividade de Comércio tem aumento moderado de 0,03% em outubro nos dados com ajuste sazonal


A Serasa divulgou o Indicador de Atividade do Comércio com aumento moderado de 0,03% na passagem de setembro para outubro, dados com ajuste sazonal. Com isso, o índice sobe pelo segundo mês consecutivo (0,33% no mês anterior).


Em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve queda de 2,74% na atividade do comércio. Já na variação acumulada em doze meses encerrados em outubro, o crescimento apurado foi de 5,04% no setor.




Dos seis setores analisados, três demonstraram resultados de queda no mês, sendo eles os setores de combustíveis e Lubrificantes (-0,97%), Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-0,86%), veículos, motos e peças (-5,96%) e Material de Construção (-1,78%).


Já os setores que apresentaram resultados positivos foram: Tecidos, Vestuários, Calçados e acessórios (1,42%) e o segmento de Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática (1,83%).



Serasa: Demanda de crédito sobe 14,60% em outubro em relação a setembro


A Serasa divulgou os resultados de seu Indicador de Demanda das Empresas por Crédito. Segundo a publicação, a demanda por crédito em outubro subiu 14,60% em relação a setembro, mês que apresentou variação negativa (-7,17%).


O aumento na demanda por crédito no mês ocorre após duas quedas consecutivas. O último mês que apresentou alta na demanda ocorreu em julho de 2021 (12,69%). Com este resultado, a demanda por crédito aumentou 31,32% nestes dez primeiros meses do ano, pressionados pelos dados obtidos em junho (+8,58%) e julho, conforme gráfico abaixo:



Na abertura por setor, em todos o resultado mensal foi positivo: serviços (20,43%), Indústria (12,42%), comércio (7,78%) e demais setores (17,30%). No entanto, no acumulado em doze meses, todos os setores apresentam aumento, ao passo que a demanda foi de: Serviços (21,15%), Comércio (16,18%) e Indústria com aumento de 13,23%.



Ministério do Trabalho: Requisições do seguro-desemprego no Brasil têm queda de 0,6% em outubro


No mês de outubro, o Brasil registrou 491.301 pedidos de seguro-desemprego, queda de 0,6% em relação aos pedidos do mês de setembro (494.433 pedidos).


Já no estado de São Paulo foram mais de 139,4 mil pedidos de seguro-desemprego no mês de outubro, um aumento de 0,5% em relação ao mês anterior.


Comparado com o mesmo mês de 2020, o Brasil apresentou uma alta de 6,6% nos pedidos do seguro-desemprego. Em São Paulo nesta mesma comparação ocorreu alta de 2,0%.




FIESP/CIESP: Para pagamento do 13° salário, 84,7% das indústrias paulistas não pretendem buscar financiamento bancário


A FIESP e o CIESP divulgaram a pesquisa Rumos da indústria paulista – 13º Salário. Nesta edição, foram entrevistados 459 empresários da indústria paulista.


Quanto a utilização de financiamento bancário para o pagamento do 13º salário de 2021, 8 em cada 10 indústrias paulistas (84,7%) não pretendem buscar financiamento bancário com esta finalidade. Esta é a maior participação das empresas que não necessitam de financiamento desde 2008 quando se fez a pesquisa pela primeira vez.




Dentre as que que pretendem buscar financiamento para este propósito, o valor médio dos recursos representa 80,0% do total da folha de pagamento, e 88,5% delas indicaram que o crédito bancário está mais caro ou muito mais caro em relação ao ano anterior, mas o prazo está igual para 78,6%. Dado este amparado pelos recentes aumentos da taxa básica de juros (SELIC) que hoje está em 7,75% ao ano, sendo o sexto aumento seguido desde março de 2021, quando passou de 2,00% (menor patamar histórico) para 2,75% ao ano (Macrovisão 4100).




A pesquisa mostrou também que 58,6% das empresas adotaram provisionamento durante o ano para arcar com os pagamentos do 13º salário. Essa é a maior variação da série da pesquisa, superando 2020 com 54,4%. Além disso, 39,4% dos empresários informaram que as dificuldades para o pagamento do 13º salário são as mesmas que as do ano anterior, e 23,7% indicaram que não houve nenhuma dificuldade.







Zona do Euro: PMI Composto tem crescimento de 1,6 pontos e permanece indicando expansão em novembro


O PMI Composto para a Zona do Euro encerrou o mês de novembro aos 55,8 pontos, indicando expansão no mês, de forma mais acentuada que o verificado em outubro (54,2 pontos), diferença de 1,6 pontos entre os meses. Nos resultados deste ano, este é o nono mês consecutivo de expansão da atividade.




O PMI Serviços indica avanço da atividade do setor no mês de novembro com 56,6 pontos (2,0 pontos ante outubro). Já o PMI Indústria apresentou aumento de 0,3 ponto e continua indicando expansão aos 58,6 pontos.


Indicadores que estão acima de 50,0 pontos indicam expansão da atividade.




Alemanha: PMI composto tem crescimento de 0,8 ponto em novembro, permanecendo em expansão da atividade


O PMI Composto em novembro marcou 52,8 pontos, aumento de 0,8 ponto na comparação com outubro (52,0 pontos). Com isto o indicador permanece demonstrando crescimento da atividade alemã e sendo este o 17º mês consecutivo de crescimento da atividade do país, entretanto, de forma menos intensa que os meses entre junho e agosto que apontaram atividade superior aos 60,0 pontos conforme gráfico abaixo.




Já no setor de serviços, o PMI subiu 1,0 ponto e continua indicando expansão aos 53,4 pontos. O PMI Indústria apresentou estabilidade, com leve recuo de 0,2 ponto, no entanto, também continua indicando expansão da atividade em 57,6 pontos.


Indicadores que estão acima de 50,0 pontos indicam expansão da atividade.



Estados Unidos: PMI dos EUA reduz 1,1 pontos, mas permanece em crescimento pelo 17º mês consecutivo


O PMI Composto dos Estados Unidos encerra o mês de novembro com 56,5 pontos, completando o décimo sétimo mês consecutivo que a atividade econômica do país apresenta expansão. Apesar de crescimento no mês, o indicador tem redução de 1,1 pontos em relação ao mês de outubro (57,6 pontos), indicando menor ritmo de crescimento na comparação mensal.




O setor de serviços tem aumento da atividade do setor ao encerrar com fechamento de 57,0 pontos, com nível 1,7 pontos menor que o mês de outubro.


O PMI Indústria também avançou, com crescimento de 0,7 ponto ante mês de outubro ao encerrar em 59,1 pontos, indicando expansão da atividade.


Indicadores que estão acima de 50,0 pontos indicam expansão da atividade.




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