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Macro Visão FIESP/CIEPS

IBGE: Produção industrial cai 2,4% em março, no acumulado do ano setor apresenta crescimento de 4,3%


A produção industrial recuou 2,4% em março de 2021, sendo a segunda queda após nove meses seguidos de aumento.




A indústria extrativa apontou aumento de 5,5%, já a indústria de transformação recuou -3,2% nos dados com ajuste sazonal.

Na comparação com o mesmo período de 2020, a indústria Geral apresenta crescimento de 10,4%, sendo 11,9% da Indústria de Transformação e variação de -0,1% na Indústria Extrativa.




Focus: PIB deve encerrar o ano em 3,14% segundo relatório Focus


O relatório Focus desta semana indica aumento de 0,05 p.p. para o PIB e há a perspectiva de encerramento em 3,14% neste ano, ante 3,09% da semana anterior.

A projeção para a produção industrial de 2021 sofreu queda de 0,03 p.p. e o encerramento do ano é esperado em 5,03%, ante 5,06% da semana anterior.

Por fim, o fechamento anual do IPCA esperado pelo mercado para 2021 sobe para 5,04%, aumento de 0,03 p.p. em relação à semana anterior (5,01%).




Ibre/FGV: Índice de Confiança empresarial sobe 4,3 pontos em abril, aos 89,8 pontos, após seis quedas consecutivas


O Índice de Confiança Empresarial apresentou o primeiro aumento após seis quedas consecutivas ao avançar 4,3 pontos em abril ante a março e encerrou o mês em 89,8 pontos.

Apesar da recuperação da confiança no mês, resultado não retoma patamar alcançado entre os meses de agosto e fevereiro (média de 94,8 pontos no período).




O Índice de situação atual subiu 0,4 ponto, para 89,2 pontos. E o índice de expectativas aumentou 6,9 pontos, após três quedas consecutiva, encerrando o mês em 90,1 pontos.

Valores acima de 100,0 pontos indicam otimismo e abaixo pessimismo.




FIESP: Vendas reais da indústria paulista recuam 1,3% em março e têm queda de 0,7% no 1º trimestre de 2021


As Vendas Reais da indústria paulista caíram 1,3% em março frente a fevereiro, sem efeitos sazonais, conforme aponta o Levantamento de Conjuntura da Fiesp/Ciesp. Com esse resultado, as Vendas Reais da indústria de transformação do estado encerram o 1º trimestre de 2021 com queda de 0,7% em relação ao último trimestre de 2020.




As Horas Trabalhadas na Produção registraram queda de 0,4% entre fevereiro e março enquanto o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) atingiu 79,8%, crescendo 1,0 p.p sobre fevereiro. Em março, o NUCI ficou um pouco acima da média histórica (79,3%), apontando pouca ociosidade da indústria paulista. No primeiro trimestre de 2021 comparado com os três últimos meses de 2020, as Horas Trabalhadas na Produção cresceram 3,0% e o NUCI apresentou alta de 1,3 p.p.

No final do 1º trimestre, a indústria de transformação paulista foi impactada pelo agravamento da pandemia e o recrudescimento das medidas de restrição de mobilidade implantadas no estado. O indicador Sensor sinaliza que esse quadro se estendeu em abril, com o setor devendo exibir desempenho ruim no mês. O progresso da vacinação deverá impulsionar a atividade econômica, principalmente após a imunização dos grupos prioritários. Por outro lado, a elevação da taxa básica de juros, a Selic, e o elevado desemprego são fatores de risco no cenário de retomada da indústria em 2021.



FIESP: Sensor fechou em 49 pontos em abril, sinalizando retração moderada da atividade industrial no mês


A pesquisa Sensor no mês de abril marcou 49 pontos, na série livre de influências sazonais, resultado inferior à leitura de março, quando registrou 50,2 pontos. Números abaixo dos 50 pontos indicam piora da atividade industrial paulista no mês. Esse resultado sinaliza queda da atividade em abril.




As condições de mercado estão piores em relação a março, variando de 51,4 pontos para 48,2 pontos em abril. Números abaixo dos 50 pontos apontam que o mercado está menos aquecido no mês.

As vendas passaram de 53 pontos em março para 51,1 pontos no período. No entanto, apesar do recuo de 1,9 pontos, o indicador sinaliza aumento das vendas por se manter acima dos 50 pontos.

O nível de estoques atingiu 51,2 pontos em abril, avançando 1,8 pontos no mês – havia registrado 49,3 pontos em março. Leituras superiores a 50 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores a 50 pontos indicam sobrestoque.

No quarto mês do ano, o indicador de emprego fechou em 51,9 pontos, número superior ao registrado em março (51 pontos). Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações da indústria paulista no período.

Por fim, o indicador de investimentos apresentou piora em ralação ao mês passado, ao passar de 45,7 pontos para 43,8 pontos em abril. Com um resultado abaixo dos 50 pontos, há expectativa de redução dos investimentos.




Macro Visão é uma publicação da:

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e do

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)

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